sábado, 9 de maio de 2009

#12 Memórias dos tempos de nenis

Quarta-feira, assisti ao famoooso filme "Marley e Eu" (recomendo, mesmo, só que não assista-o dublado, porque a dublagem é uma m***inha) e tentei lembrar dos animais que tiveram a sorte (ou nem tanto) de me terem como sua dona.

Eu tive poucos animais de estimação. Quer dizer, eu acho que foram poucos.
Lembro de uma lesma. Tal lesma que eu consegui perder no jardim. Só não me pergunta como, porque eu sequer lembro do nome da gosmenta. Não sei também a idade que eu tinha, quando era dona da lesma.
Também já tive (OK, era dos meus avós) uma cadela que eu sempre visitava, aos domingos, na fazenda deles, a Xuxa (ignorem o nome da coitada).
Gente, só uma coisa: Alguém aqui NÃO teve um bicho de estimação chamado "Xuxa"? Óbvio que teve. Pelo menos, no meu caso, meus dois avós tiveram cadelinhas chamadas "Xuxa". Será que só eu sofro dessa maldição? É. Maldição sim, pois, não me diga que ter uma cadela chamada Xuxa não é maldição. E o que tu me diz do "Ilarilariê, ô ô ô" ser aquela música de adoração ao satan, hein, hein, heeeeeeeeeeein?
É, então, voltando à vaca fria (ou cadela, como quiser): A Xuxa (a minha cadela) morreu após nove anos de vida, o que na idade dos cachorros, segundo o Google, equivalem a 52 anos humanos. Uau!
E houve um cachorro chamado Bilu Tetéia (SERGINHO MALLAAAANDRO!!!!!!!!!!!). Não sei o porquê desse nome ter sido dado à criatura. O cachorro me odiava e era muito pequeno. Se eu encostasse nele, ele me mordia, então, não tive muito contato com ele.
Depois tive um peixe que dei o nome de Beta por que estava escrito no pacotinho de ração dele e eu pensei que tinha de chamar ele assim, porque cada peixe tinha um respectivo pacotinho de ração, com seu nome (burrice reina na minha infância, desculpe). Ele teve um fim trágico: privada. Eu estava limpando seu aquário e deixei o peixinho cair dentro da privada, não vi e puxei a descarga. Lá se foi mais um bicho de estimação da Claudine.
"Mãe, eu quero um cachorrinho" - Eu falei durante 7 meses todos os dias até que minha mãe comprou uma cadelinha pincher pra mim. Nunca vi coisa mais pequena na minha vida. E gordinha. Passaram-se sete meses e a cadela teve sua cabeça esmagada pelo portão eletrônico da minha casa. Minha mãe que acionou o mesmo e não viu a Luka (não, não era a do "Tô nem aí, tô nem aí", era a cadelinha mesmo). Resultado: O animal teve a cabeça esmagada. Lááááástima!!!!! Eu chorei Fozes do Iguaçu.
Depois de meses de culpa sendo carregados pela minha mãe, ela me deu mais uma pincher (essa não morreu, vive comigo até hoje, Kekka e seus 36 aninhos caninos). Aliás, o nome foi a minha irmã que deu. E não sei se não é culpa da bruxa Keka.

Agora, a minha irmã quer um peixe. Por mim, OK. Só não vou limpar o aquário. Ainda estou traumatizada.
E eu... Quero uma tartaruga.
Pra combinar com a minha velocidade de raciocínio, na maioria das vezes.

Veeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeery slowlyyyyyy.

Esta coisa pretinha ali é a Kekka.

2 COMENTÁRIOS:

Felipe disse...

asidhaishdiuashduiashd
eu nunca tive um bicho de estimação chamado xuxa!
Tomas, Tuquinho (coisa da vó), Snoopy, Félix, Lola... xD

Bruxa Keka wtf? eunaotiveinfancia.com.br
ou então, quando criança, eu via os desenhos japoneses da Manchete, ou então brincava de boneco ouvindo o rádio dos meus pais (e daí que veio Voyage Voyage, entre outros).

E que maneira original de matar um bicho hein
ahsudhiushdliuahsludihaiuhdiuashlduiashduih
eu ri fozes do iguaçú =P

E eu ODEIO essa musica que toca quando carrega o blog! Me estoura sempre os ouvidos. nham

Felipe disse...

*momento serginho mallandro*
bilu teteia! gluglugluglu tchupléc tchuplin!

"comprei um quilo de farinha pra fazer farofa, pra fazer farofa, pra fazer faro-FÁ-FÁ!..."


http://www.youtube.com/watch?v=Q_kfKp4VpAc
e isso destroçou parte da minha infância... ¬¬

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