Deitada na grama com seu pai, olhando pro céu:
- Pai, sabe aquela música do Pink Floyd, Wish You Were Here?
- Aham.
- Eu consigo distinguir o céu do inferno.
- E eu, céus azuis da dor.
- Vamos formar uma bela dupla, pai.
- É...
- Ô, pai...
- Hum?
- Seremos almas perdias nadando num aquário?
- Só se quisermos.
- Eu não quero, pai.
- Então, escolhe outra música...
- Pode ser Revolution, The Beatles?
- Tu queres uma revolução, filha?
- Eu quero várias, pai.
- Tá bom... Mas, eu prefiro um submarino amarelo.
- Tipo um submarino amarelo revolucionário?
- É...
- Mas tem que ficar tudo bem, como em Revolution.
- Ficará...
Passaram mais umas (várias) horas falando em música e na bela dupla que formarão.
sexta-feira, 27 de março de 2009
terça-feira, 24 de março de 2009
segunda-feira, 23 de março de 2009
#2 Solitate
sa.u.da.de [Do lat. solitate, ‘soledade’, ‘solidão’, pelo arc. soydade, suydade, poss. com infl. de saúde.] Substantivo feminino. 1.Lembrança nostálgica e, ao mesmo tempo, suave, de pessoas ou coisas distantes ou extintas, acompanhada do desejo de tornar a vê-las ou possuí-las; nostalgia:
É. Acho que é saudade mesmo. Não consigo fugir dela. Ela me acompanha. Está dentro de mim. Já faz parte. Ainda mais quando ele está há milhares que quilômetros. Por um lado é bom: sei que gosto tanto dele a ponto pensar nele 25 horas por dia. Mas, só por isso. Aos poucos ela vai me consumindo. E chagarei num ponto em que eu vou precisar explodir... E quando isso acontecer, precisarei de alguém no meu lado.
Os amigos? Os de verdade, estarão. Os de sempre. Ele? Também vai estar... Em espírito, quem sabe. Em pensamento, é provável.
Não posso ouvir uma música que seja e quando noto já estou a pensar naquele dia que falava com ele e essa mesma música estava tocando no meu Windows Media Player.
Maldita distância...
Serve tanto pra unir quanto pra separar.
Mas como separar pessoas que já estão distantes desse modo? Eu te digo que tem como...
Mas, isso já é assunto pra outro texto, talvez.
É. Acho que é saudade mesmo. Não consigo fugir dela. Ela me acompanha. Está dentro de mim. Já faz parte. Ainda mais quando ele está há milhares que quilômetros. Por um lado é bom: sei que gosto tanto dele a ponto pensar nele 25 horas por dia. Mas, só por isso. Aos poucos ela vai me consumindo. E chagarei num ponto em que eu vou precisar explodir... E quando isso acontecer, precisarei de alguém no meu lado.
Os amigos? Os de verdade, estarão. Os de sempre. Ele? Também vai estar... Em espírito, quem sabe. Em pensamento, é provável.
Não posso ouvir uma música que seja e quando noto já estou a pensar naquele dia que falava com ele e essa mesma música estava tocando no meu Windows Media Player.
Maldita distância...
Serve tanto pra unir quanto pra separar.
Mas como separar pessoas que já estão distantes desse modo? Eu te digo que tem como...
Mas, isso já é assunto pra outro texto, talvez.
A voz dele é a minha canção de ninar. Vocês podem achar isso bobo o quanto quiserem, mas, eu não me importo.
O riso é tão calmo e sincero e quando posso ouvir o sorriso dele... Ah, me deixa de bem comigo, com tudo.
Tudo o que eu falo é clichê. Mas, de fato, não tenho palavras pra me expressar. Eu lembro da sensação que é poder ouví-lo e perco as palavras.
Sempre fico com muitas em mente, afim de descrever tudo o que sinto, mas, é insuficiente.
"E que nós dois estamos juntos na distância..."
O riso é tão calmo e sincero e quando posso ouvir o sorriso dele... Ah, me deixa de bem comigo, com tudo.
Tudo o que eu falo é clichê. Mas, de fato, não tenho palavras pra me expressar. Eu lembro da sensação que é poder ouví-lo e perco as palavras.
Sempre fico com muitas em mente, afim de descrever tudo o que sinto, mas, é insuficiente.
"E que nós dois estamos juntos na distância..."
MARCADORES
amor
#1 Momento Egoísta
Gosto de cheiro de gasolina (quando meu pai vai abastecer o carro e eu tô junto, abro a janela e fico respirando feito uma louca), de picolé de limão, de granola, de pão de centeio, de queijo, água, suco de maracujá. Tenho mania de estralar os dedos e o pescoço. Tô sempre mordendo meus lábios. Adoro desenho animado, seriados e filmes. Odeio novela. Amo música e roupas maiores que o tamanho que eu uso. Eu odeio verão. Amo outono e inverno. Adoro internet. Odeio orkut. Prefiro MSN. Tenho mania de roer unhas, apesar da minha mãe sempre me mandar parar. Adoro a cobertura do bolo de chocolate que a minha mãe faz. Gosto de sair com meus amigos pra ficar fazendo nada. Eu adoro ouvir histórias que aconteceram com alguém e também gosto de contar o que já aconteceu comigo. Odeio a cidade que eu moro, mas, amo muito o estado. Sou muito chata quando falamos de futebol e música. Defendo a minha idéia até entrarmos em um consenso ou me convencerem que eu to errada. Aceito idéias diferentes das minhas. Adoro conhecer pessoas e aprender coisas novas. Amo fotografia, língua alemã, inglês e quero aprender o maior número de línguas estrangeiras possível. Não gosto muito de matemática. Adoro redação e recursos humanos. Adoro cantar (faço aula de canto desde os 4/5 anos). Já fiz aula de muitos instrumentos, mas, não aprendi muita coisa. Tenho vários problemas respiratórios (sinusite, bronquite, rinite...) e a maior parte do inverno, eu passo doente. Mas, nada que me faça deixar de amar a estação. Eu gosto de usar muito as palavras em diminutivo, então, acostumem-se. Adoro sair pra fotografar coisas, principalmente shows, mas, na minha cidade não têm muitos.
Sonho demais. Mas, sempre tento manter os pés no chão (apesar de que isso seja bem difícil). Quero conhecer o maior número de países do mundo. Quero várias coisas. E vou lutar por elas até o fim.
Eu amo meus amigos. Considero-os muito, muito. Eu sou viciada em Toddynho e em leite com Nescau (não, não é a mesma coisa).
Eu gosto de escrever textos, mas, quase nunca os publico, agora, acho que vou começar a fazer isso. Na maioria das vezes, eles não têm sentido pra ninguém, aí, ficam com má impressão sobre eu e meus textos, mas, isso não me interessa. Escrevo pra mim e pra mais ninguém.
To gripada. Não consigo nem pensar direito.
Até mais.
MARCADORES
ego
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