terça-feira, 22 de dezembro de 2009
#27 Nus com a mão no bolso
Ela vestia a luz do sol sobre suas costas. E ele, a sombra dela sobre o peito.
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amor
sábado, 19 de dezembro de 2009
#25 Happy B(estfatherintheworld)-day!
É, paiê, tá ficando velho, hein?! "Velho" é modo de dizer, porque tu ainda parece um guri com seus 20 anos.
Sempre alegrando todo mundo com o jeito que ninguém consegue imitar.
Todas as vezes em que discutimos, a mãe diz pra mim que a gente é muito parecido. Teimosos. E com isso, eu concordo, porque tu sempre acha que tá certo, apesar de aceitar outras opiniões.
Foi por causa de ti, que eu comecei a torcer pelo Grêmio.
Lembro quando tu contou, sem jeito, que quando eu era pequena, tu tinha medo de mim, medo de quando eu chorava e tu vivia tirando fotos de mim para me distrair quando estavas sozinho comigo em casa.
Gostas das mesmas coisas que eu. Por tua influência eu sou o que sou hoje, gosto do que gosto.
Obrigada por tudo, Papa. Obrigada por me xingar quando faço as coisas erradas. Sei que é tudo para o meu bem, sei que não fazes nada por mal. Eu amo tu, melhor pai do mundo. E amo os teus defeitos. São eles que te fazem ser tão único.
Escrito no dia 15 de dezembro.
Sempre alegrando todo mundo com o jeito que ninguém consegue imitar.
Todas as vezes em que discutimos, a mãe diz pra mim que a gente é muito parecido. Teimosos. E com isso, eu concordo, porque tu sempre acha que tá certo, apesar de aceitar outras opiniões.
Foi por causa de ti, que eu comecei a torcer pelo Grêmio.
Lembro quando tu contou, sem jeito, que quando eu era pequena, tu tinha medo de mim, medo de quando eu chorava e tu vivia tirando fotos de mim para me distrair quando estavas sozinho comigo em casa.
Gostas das mesmas coisas que eu. Por tua influência eu sou o que sou hoje, gosto do que gosto.
Obrigada por tudo, Papa. Obrigada por me xingar quando faço as coisas erradas. Sei que é tudo para o meu bem, sei que não fazes nada por mal. Eu amo tu, melhor pai do mundo. E amo os teus defeitos. São eles que te fazem ser tão único.
"You don't know how lovely you are".
Escrito no dia 15 de dezembro.
sábado, 7 de novembro de 2009
#24 Sem muitos detalhes
Estava com suas mãos em volta do pescoço dele, como se os seus braços fossem o colar dele. Ela levantou mais o rosto e seu olhar encontrou o dele, e, nos olhos do homem, o reflexo da garotinha. Garotinha porque ela estava feliz feito criança com um novo brinquedo, ou com um doce. Finalmente sua busca tinha chegado ao fim, ela teria encontrado ele.
O homem sorriu aberta e sinceramente. Foi como sufocar a moça. Logo que lembrou-se de respirar, seu coração acelerou e ela sentiu a textura dos lábios do rapaz, roçando nos dela.
... E o resto, bom, são detalhes.
O homem sorriu aberta e sinceramente. Foi como sufocar a moça. Logo que lembrou-se de respirar, seu coração acelerou e ela sentiu a textura dos lábios do rapaz, roçando nos dela.
... E o resto, bom, são detalhes.
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quarta-feira, 21 de outubro de 2009
domingo, 20 de setembro de 2009
#21 Ah, eu sou gaúcha!
O hino cantado com mais orgulho, felicidade e lealdade é o nosso:
Me desculpem, pessoas de fora do Rio Grande, mas, hoje é o dia do nosso PAÍS.
Parabéns, meu Rio Grande do Sul, tu é o melhor de todos.
Me desculpem, pessoas de fora do Rio Grande, mas, hoje é o dia do nosso PAÍS.
Parabéns, meu Rio Grande do Sul, tu é o melhor de todos.
"A minha terra tem o céu azul."
terça-feira, 8 de setembro de 2009
#20 Mais uma xícara de café gelado, por favor
Estava na sexta xícara de café e na incontável tentativa de entender o que se passava ali e passar o mesmo ao papel. Tudo em vão.
Perdendo horas de concentração em algo que não merece tanto. Deixa estar. Deixa ser.
Ela é teimosa, todos sabem.
E, se depender dela, irá entender tudo aquilo. Deixa insistir.
Demora o que demorar. Deixa tentar. Deixa ficar.
Perdendo horas de concentração em algo que não merece tanto. Deixa estar. Deixa ser.
Ela é teimosa, todos sabem.
E, se depender dela, irá entender tudo aquilo. Deixa insistir.
Demora o que demorar. Deixa tentar. Deixa ficar.
terça-feira, 25 de agosto de 2009
#19 (A)mar
As ondas quebravam em meus pés e eu gostava dessa sensação.
Parada, olhando até onde eu consegui enxergar. O oceano sem fim.
O ar que eu aspirava, me purificava e a maresia grudava em meus cabelos. Saudades de sentir isso.
Eu permaneci ali por horas vendo, ouvindo, sentindo o mar e suas palavras, cada onda com uma opinião, cada onda com um objetivo, cada onda com uma intensidade diferente. Entretanto, uma delas, a que ia contra todas as outras, em um sentido diferente, me chamou atenção. Me perguntei se isso era algum tipo de metáfora... Tentei encaixar isso em minha vida. Consegui.
Todas elas, trabalhando juntas, mas, aquela onda insistia em ir contra todas. Acabou sendo forçada a quebrar-se na beira da praia.
Continuei ali. Estava escuro já.
Não me importei. Eu deveria?
Somos ondas, o que acham disso?
Começamos devagares, calmos e depois tomamos formas diferentes das pessoas a nossa volta. Alguns se destacam mais e chamam mais atenção do que outras e todos quebramos, porém, em pontos diferentes da praia.
O mar é quente a noite, sabiam?
Recebi um abraço do mar.
Ele disse:
- Foi bom conversar, a maresia pede desculpas a seu cabelo.
Parada, olhando até onde eu consegui enxergar. O oceano sem fim.
O ar que eu aspirava, me purificava e a maresia grudava em meus cabelos. Saudades de sentir isso.
Eu permaneci ali por horas vendo, ouvindo, sentindo o mar e suas palavras, cada onda com uma opinião, cada onda com um objetivo, cada onda com uma intensidade diferente. Entretanto, uma delas, a que ia contra todas as outras, em um sentido diferente, me chamou atenção. Me perguntei se isso era algum tipo de metáfora... Tentei encaixar isso em minha vida. Consegui.
Todas elas, trabalhando juntas, mas, aquela onda insistia em ir contra todas. Acabou sendo forçada a quebrar-se na beira da praia.
Continuei ali. Estava escuro já.
Não me importei. Eu deveria?
Somos ondas, o que acham disso?
Começamos devagares, calmos e depois tomamos formas diferentes das pessoas a nossa volta. Alguns se destacam mais e chamam mais atenção do que outras e todos quebramos, porém, em pontos diferentes da praia.
O mar é quente a noite, sabiam?
Recebi um abraço do mar.
Ele disse:
- Foi bom conversar, a maresia pede desculpas a seu cabelo.
Sem problemas.
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quinta-feira, 25 de junho de 2009
#18 Michael Jackson is dead... or not
Sei lá se foi confirmado pelos médicos ou não, mas, o Rei do Pop morreu. Aham. Ele mesmo.
Nem meu pai acreditou, e, minha mãe soltou um "Nem o Michael Jackson dura pra sempre".
Pra deixar este dia menos triste (pelo menos para os fãs, aos quais peço desculpas, se, por acaso, sentirem-se ofendidos com as coisas que postarei), vou postar umas coisinhas engraçadas que achei por aí (Google, melhor dizendo).


E para recordar os tempos de nenis...
Nem meu pai acreditou, e, minha mãe soltou um "Nem o Michael Jackson dura pra sempre".
Pra deixar este dia menos triste (pelo menos para os fãs, aos quais peço desculpas, se, por acaso, sentirem-se ofendidos com as coisas que postarei), vou postar umas coisinhas engraçadas que achei por aí (Google, melhor dizendo).


E para recordar os tempos de nenis...
quinta-feira, 11 de junho de 2009
#17 1, 2, 3 e por favor
Por favor, não fale o que não sente. Por favor, não minta para mim. Por favor, não abuse de minha ingenuidade. Por favor, eu imploro. Por favor, sem mentiras. Por favor, não pense só em você. Por favor, me machuque se isso for melhor. Mas, por favor, sem mais ilusões. Por favor, explique-se.
Seja um bom garoto, eu só lhe peço isso. Seja um bom garoto e não me iluda. Seja um bom garoto e não conte mentiras. Seja um bom garoto, por favor. Por mais que doa, por favor.
1, 2, 3 e sem mais ilusões.
1, 2, 3 e sem mentiras novamente.
1, 2, 3 e me faça sofrer para esquecer. Eu tenho bons amigos... Quando eu sofrer, eles estarão lá. Então 1,2, 3 e me faça sofrer.
1, 2, 3 e me faça esquecer.
1, 2, 3 e me dê um choque de realidade.
"Garçom, um choque de realidade, por favor".
Seja um bom garoto, eu só lhe peço isso. Seja um bom garoto e não me iluda. Seja um bom garoto e não conte mentiras. Seja um bom garoto, por favor. Por mais que doa, por favor.
1, 2, 3 e sem mais ilusões.
1, 2, 3 e sem mentiras novamente.
1, 2, 3 e me faça sofrer para esquecer. Eu tenho bons amigos... Quando eu sofrer, eles estarão lá. Então 1,2, 3 e me faça sofrer.
1, 2, 3 e me faça esquecer.
1, 2, 3 e me dê um choque de realidade.
"Garçom, um choque de realidade, por favor".
sexta-feira, 5 de junho de 2009
#16 Idealizando
Ao vivo é, quase sempre, melhor.
Conosco, não seria muito diferente.
Ver, sentir, ouvir (por mais que eu já ouça/tenha ouvido), abraçar... Seria tudo ao vivo, tudo acontecendo na minha frente, eu fazendo tudo acontecer. Comigo... E ele. Você.
Eu não poderia querer algo melhor do que aquele momento que eu tanto idealizava. Nada melhor do que poder ouvir o "ai ai" depois de tuas risadas e me chamando de mimada e resmungona... Ouvir e sentir tua respiração, sentir o toque das mãos que (idealizando de novo) são leves, grandes (maiores que as minhas, não é muito difícil) e delicadas. O sorriso bobo e a cara de bravo que fazes quando não gosta de algo, o cabelo macio e meio desajeitado que sempre que eu arrumar, tu vais bagunçar de novo só pra eu fazer um bico infantil, resmungar e morder tuas bochechas, como uma criança que acaba de ter seu castelinho de areia desmontado por um gurizinho que passava pela praia.
A voz abafada e calma, o assobio enquanto ouves músicas e quando cantas, meu coração quase pára.
Depois de segundos, noto que esqueci de respirar. Retomo o fôlego.
Se fosse para morrer ali, assim, eu iria querer morrer todos os dias.
Conosco, não seria muito diferente.
Ver, sentir, ouvir (por mais que eu já ouça/tenha ouvido), abraçar... Seria tudo ao vivo, tudo acontecendo na minha frente, eu fazendo tudo acontecer. Comigo... E ele. Você.
Eu não poderia querer algo melhor do que aquele momento que eu tanto idealizava. Nada melhor do que poder ouvir o "ai ai" depois de tuas risadas e me chamando de mimada e resmungona... Ouvir e sentir tua respiração, sentir o toque das mãos que (idealizando de novo) são leves, grandes (maiores que as minhas, não é muito difícil) e delicadas. O sorriso bobo e a cara de bravo que fazes quando não gosta de algo, o cabelo macio e meio desajeitado que sempre que eu arrumar, tu vais bagunçar de novo só pra eu fazer um bico infantil, resmungar e morder tuas bochechas, como uma criança que acaba de ter seu castelinho de areia desmontado por um gurizinho que passava pela praia.
A voz abafada e calma, o assobio enquanto ouves músicas e quando cantas, meu coração quase pára.
Depois de segundos, noto que esqueci de respirar. Retomo o fôlego.
Se fosse para morrer ali, assim, eu iria querer morrer todos os dias.
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quarta-feira, 3 de junho de 2009
#15 Fim de semana que me rendeu fotos [3] - Bib's B-Day e mais
Aqui estão as fotos de sexta-feira e domingo. São poucas, mas, eu gostei...
sexta-feira, 29 de maio de 2009
#14 Nos embalos de sexta-feira á noite
Fui ver meus amigos sem hora pra voltar. OK, eu tinha hora pra voltar, mas é só o que a música diz e tal.
Voltei cedo porque meu pai diz que eu sou muito nova para tudo isso. Ele acha que minha idade assim, de vida, é a mesma que a minha idade mental, mas, enfim, isso é assunto para outro texto.
Vi meus amigos.
A saudade é uma coisa muito chata... Eu odeio ter que morar longe deles. Mas, tá, esse texto não é pra ter um ar muito melancólico porque hoje é SEXTA-FEIRA!!!!!!!!!!! Não há melhor motivo que esta. Não venha me questionar.
Eu ri muito. A Julia bateu num balão (sim, dentro da pizzaria) que a acabou batendo num copo e quebrando-o. Fui-me abaixar pra tentar rir mais baixo (minha risada não é algo que se possa chamar de "discreta"), e acabei batendo a cabeça na mesa. Mais risos. Rir da própria desgraça é uma arte, digamos. Uma pessoa que tenta rir discretamente, se abaixa e bate a cabeça na quina da mesa, é vergonhoso. Se eu fosse quem estava me acompanhando, fingiria não conhecer... Ou que a pessoa estava tendo um ataque ou coisa do tipo.
Mas, sabem... doeu. Estou colocando gelo na minha cabeça pra não criar um galo...
Hoje todo mundo resolveu sair pra comer pizza.
Morar na cidade que é "a capital da gincana" não é fácil... Normalmente, tu vai no Kipper e só tem umas 20 pessoas. Mas, quando tem gincana, o Kipper lota e as pizzas demoram a eternidade pra vir. Por isso é bom tu chegar cedo como nós fizemos. Tudo bem que nós chegamos mais cedo mas só pedimos as pizzas perto das 20:30, demoraram anos pra trazê-las e quando fomos acender as velinhas de aniversário pra Bibs (é, era uma "festinha" surpresa), tive que colocar três velas sujas de chocolate dentro de uma sacola.
Depois da pizza, resolvemos usar os balões. Como eu tenho trauma (uma vez minha mãe estava enchendo um daqueles mini-balões em formato de coração, e o mesmo estourou no olho dela), eu só enchia alguns pequenos e amarrava, o Volny desenhou uma guriazinha com um lacinho de fita na cabeça e eu coloquei-a junto da minha câmera. Ficamos rindo e jogando balões até que a Julia quebrou o copo, escondemos o copo em baixo da mesa e pagamos a conta, fomos pra fora.
Ficamos dando bandas e passei com a Julia por uns caras:
- Oi, gurias, ui - disse o Tosco Número 1.
Silêncio da nossa parte. Acho que eles não gostaram do meu comportamento cabulado (OK, eu estava com medo mesmo).
- MAS TU, HEIN, Ô, QUE CABELO BEM FEIO, VAI CORTAR ISSO AÍ! - Tosco Número 1 se irritou comigo.
Eu fiz um draminha báásico quando encontramos o resto da galere. Normal. Eles me confortaram, ê. Mas, o Tosco Número 1, eu não esqueço. O cabelo dele era muito mais feio que o meu. É.
Cada casal foi pro seu lado (menos o Du e a Manu, porque ela tinha acabado de ir embora e a Fran e o Volny que ficaram lá falando com a gente. Ficamos tentando descobrir se havia ônibus pra eles irem embora e se a Julia iria na Arena.
Pronto, 23:15, meu pai chegou. É, eu tenho hora pra ir embora. Desculpa se eu não sou maior de idade, aí.
Um beijinho em cada (menos na Fabi e no Cotô porque eles estavam para algum lugar).
Um só porque eu não acredito no negócio do "três-pra-casar".
29/05/2009
[Postarei as fotos dessa noite quando eu tiver com vontade de passá-las pro meu PC]
Voltei cedo porque meu pai diz que eu sou muito nova para tudo isso. Ele acha que minha idade assim, de vida, é a mesma que a minha idade mental, mas, enfim, isso é assunto para outro texto.
Vi meus amigos.
A saudade é uma coisa muito chata... Eu odeio ter que morar longe deles. Mas, tá, esse texto não é pra ter um ar muito melancólico porque hoje é SEXTA-FEIRA!!!!!!!!!!! Não há melhor motivo que esta. Não venha me questionar.
Eu ri muito. A Julia bateu num balão (sim, dentro da pizzaria) que a acabou batendo num copo e quebrando-o. Fui-me abaixar pra tentar rir mais baixo (minha risada não é algo que se possa chamar de "discreta"), e acabei batendo a cabeça na mesa. Mais risos. Rir da própria desgraça é uma arte, digamos. Uma pessoa que tenta rir discretamente, se abaixa e bate a cabeça na quina da mesa, é vergonhoso. Se eu fosse quem estava me acompanhando, fingiria não conhecer... Ou que a pessoa estava tendo um ataque ou coisa do tipo.
Mas, sabem... doeu. Estou colocando gelo na minha cabeça pra não criar um galo...
Hoje todo mundo resolveu sair pra comer pizza.
Morar na cidade que é "a capital da gincana" não é fácil... Normalmente, tu vai no Kipper e só tem umas 20 pessoas. Mas, quando tem gincana, o Kipper lota e as pizzas demoram a eternidade pra vir. Por isso é bom tu chegar cedo como nós fizemos. Tudo bem que nós chegamos mais cedo mas só pedimos as pizzas perto das 20:30, demoraram anos pra trazê-las e quando fomos acender as velinhas de aniversário pra Bibs (é, era uma "festinha" surpresa), tive que colocar três velas sujas de chocolate dentro de uma sacola.
Depois da pizza, resolvemos usar os balões. Como eu tenho trauma (uma vez minha mãe estava enchendo um daqueles mini-balões em formato de coração, e o mesmo estourou no olho dela), eu só enchia alguns pequenos e amarrava, o Volny desenhou uma guriazinha com um lacinho de fita na cabeça e eu coloquei-a junto da minha câmera. Ficamos rindo e jogando balões até que a Julia quebrou o copo, escondemos o copo em baixo da mesa e pagamos a conta, fomos pra fora.
Ficamos dando bandas e passei com a Julia por uns caras:
- Oi, gurias, ui - disse o Tosco Número 1.
Silêncio da nossa parte. Acho que eles não gostaram do meu comportamento cabulado (OK, eu estava com medo mesmo).
- MAS TU, HEIN, Ô, QUE CABELO BEM FEIO, VAI CORTAR ISSO AÍ! - Tosco Número 1 se irritou comigo.
Eu fiz um draminha báásico quando encontramos o resto da galere. Normal. Eles me confortaram, ê. Mas, o Tosco Número 1, eu não esqueço. O cabelo dele era muito mais feio que o meu. É.
Cada casal foi pro seu lado (menos o Du e a Manu, porque ela tinha acabado de ir embora e a Fran e o Volny que ficaram lá falando com a gente. Ficamos tentando descobrir se havia ônibus pra eles irem embora e se a Julia iria na Arena.
Pronto, 23:15, meu pai chegou. É, eu tenho hora pra ir embora. Desculpa se eu não sou maior de idade, aí.
Um beijinho em cada (menos na Fabi e no Cotô porque eles estavam para algum lugar).
Um só porque eu não acredito no negócio do "três-pra-casar".
29/05/2009
[Postarei as fotos dessa noite quando eu tiver com vontade de passá-las pro meu PC]
sexta-feira, 22 de maio de 2009
#13 Sílvio's alive!!!!

É, foi só boato.
Não foi dessa vez que conseguiram se livrar dele.
Meu sonho de ir ao programa do Sílvio Santos e ganhar barras de ouro que valem mais do que dinheiro ainda vive (não mesmo).
"Sílvio Santos vem aí, olê, olê, olá."
sábado, 9 de maio de 2009
#12 Memórias dos tempos de nenis
Quarta-feira, assisti ao famoooso filme "Marley e Eu" (recomendo, mesmo, só que não assista-o dublado, porque a dublagem é uma m***inha) e tentei lembrar dos animais que tiveram a sorte (ou nem tanto) de me terem como sua dona.
Eu tive poucos animais de estimação. Quer dizer, eu acho que foram poucos.
Lembro de uma lesma. Tal lesma que eu consegui perder no jardim. Só não me pergunta como, porque eu sequer lembro do nome da gosmenta. Não sei também a idade que eu tinha, quando era dona da lesma.
Também já tive (OK, era dos meus avós) uma cadela que eu sempre visitava, aos domingos, na fazenda deles, a Xuxa (ignorem o nome da coitada).
Gente, só uma coisa: Alguém aqui NÃO teve um bicho de estimação chamado "Xuxa"? Óbvio que teve. Pelo menos, no meu caso, meus dois avós tiveram cadelinhas chamadas "Xuxa". Será que só eu sofro dessa maldição? É. Maldição sim, pois, não me diga que ter uma cadela chamada Xuxa não é maldição. E o que tu me diz do "Ilarilariê, ô ô ô" ser aquela música de adoração ao satan, hein, hein, heeeeeeeeeeein?
É, então, voltando à vaca fria (ou cadela, como quiser): A Xuxa (a minha cadela) morreu após nove anos de vida, o que na idade dos cachorros, segundo o Google, equivalem a 52 anos humanos. Uau!
E houve um cachorro chamado Bilu Tetéia (SERGINHO MALLAAAANDRO!!!!!!!!!!!). Não sei o porquê desse nome ter sido dado à criatura. O cachorro me odiava e era muito pequeno. Se eu encostasse nele, ele me mordia, então, não tive muito contato com ele.
Depois tive um peixe que dei o nome de Beta por que estava escrito no pacotinho de ração dele e eu pensei que tinha de chamar ele assim, porque cada peixe tinha um respectivo pacotinho de ração, com seu nome (burrice reina na minha infância, desculpe). Ele teve um fim trágico: privada. Eu estava limpando seu aquário e deixei o peixinho cair dentro da privada, não vi e puxei a descarga. Lá se foi mais um bicho de estimação da Claudine.
"Mãe, eu quero um cachorrinho" - Eu falei durante 7 meses todos os dias até que minha mãe comprou uma cadelinha pincher pra mim. Nunca vi coisa mais pequena na minha vida. E gordinha. Passaram-se sete meses e a cadela teve sua cabeça esmagada pelo portão eletrônico da minha casa. Minha mãe que acionou o mesmo e não viu a Luka (não, não era a do "Tô nem aí, tô nem aí", era a cadelinha mesmo). Resultado: O animal teve a cabeça esmagada. Lááááástima!!!!! Eu chorei Fozes do Iguaçu.
Depois de meses de culpa sendo carregados pela minha mãe, ela me deu mais uma pincher (essa não morreu, vive comigo até hoje, Kekka e seus 36 aninhos caninos). Aliás, o nome foi a minha irmã que deu. E não sei se não é culpa da bruxa Keka.
Agora, a minha irmã quer um peixe. Por mim, OK. Só não vou limpar o aquário. Ainda estou traumatizada.
E eu... Quero uma tartaruga.
Pra combinar com a minha velocidade de raciocínio, na maioria das vezes.
Veeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeery slowlyyyyyy.
Eu tive poucos animais de estimação. Quer dizer, eu acho que foram poucos.
Lembro de uma lesma. Tal lesma que eu consegui perder no jardim. Só não me pergunta como, porque eu sequer lembro do nome da gosmenta. Não sei também a idade que eu tinha, quando era dona da lesma.
Também já tive (OK, era dos meus avós) uma cadela que eu sempre visitava, aos domingos, na fazenda deles, a Xuxa (ignorem o nome da coitada).
Gente, só uma coisa: Alguém aqui NÃO teve um bicho de estimação chamado "Xuxa"? Óbvio que teve. Pelo menos, no meu caso, meus dois avós tiveram cadelinhas chamadas "Xuxa". Será que só eu sofro dessa maldição? É. Maldição sim, pois, não me diga que ter uma cadela chamada Xuxa não é maldição. E o que tu me diz do "Ilarilariê, ô ô ô" ser aquela música de adoração ao satan, hein, hein, heeeeeeeeeeein?
É, então, voltando à vaca fria (ou cadela, como quiser): A Xuxa (a minha cadela) morreu após nove anos de vida, o que na idade dos cachorros, segundo o Google, equivalem a 52 anos humanos. Uau!
E houve um cachorro chamado Bilu Tetéia (SERGINHO MALLAAAANDRO!!!!!!!!!!!). Não sei o porquê desse nome ter sido dado à criatura. O cachorro me odiava e era muito pequeno. Se eu encostasse nele, ele me mordia, então, não tive muito contato com ele.
Depois tive um peixe que dei o nome de Beta por que estava escrito no pacotinho de ração dele e eu pensei que tinha de chamar ele assim, porque cada peixe tinha um respectivo pacotinho de ração, com seu nome (burrice reina na minha infância, desculpe). Ele teve um fim trágico: privada. Eu estava limpando seu aquário e deixei o peixinho cair dentro da privada, não vi e puxei a descarga. Lá se foi mais um bicho de estimação da Claudine.
"Mãe, eu quero um cachorrinho" - Eu falei durante 7 meses todos os dias até que minha mãe comprou uma cadelinha pincher pra mim. Nunca vi coisa mais pequena na minha vida. E gordinha. Passaram-se sete meses e a cadela teve sua cabeça esmagada pelo portão eletrônico da minha casa. Minha mãe que acionou o mesmo e não viu a Luka (não, não era a do "Tô nem aí, tô nem aí", era a cadelinha mesmo). Resultado: O animal teve a cabeça esmagada. Lááááástima!!!!! Eu chorei Fozes do Iguaçu.
Depois de meses de culpa sendo carregados pela minha mãe, ela me deu mais uma pincher (essa não morreu, vive comigo até hoje, Kekka e seus 36 aninhos caninos). Aliás, o nome foi a minha irmã que deu. E não sei se não é culpa da bruxa Keka.
Agora, a minha irmã quer um peixe. Por mim, OK. Só não vou limpar o aquário. Ainda estou traumatizada.
E eu... Quero uma tartaruga.
Pra combinar com a minha velocidade de raciocínio, na maioria das vezes.
Veeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeery slowlyyyyyy.
segunda-feira, 4 de maio de 2009
#11 Fim de semana que me rendeu fotos [2] - Casamento @Santa Cruz do Sul, 03.04.2009
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sábado, 2 de maio de 2009
#10 Can you imagine?
Deslizei o corpo pra baixo até estar com minha cabeça deitada em meu travesseiro novamente.
Respirei fundo, fechei os olhos e tentei pensar em como seria minha vida sem tê-lo pra mim.
...Logo eu, que sempre aceito compartilhar quase tudo. Opa! QUASE tudo. "Isso é uma exceção", penso. Oe! Não consegui.
Inimaginável.
sexta-feira, 24 de abril de 2009
#9 Esperar, esperar
Lá estava ele, como o combinado no telefonema de ontem a noite.
"Eu vou pegar um ônibus pra Nova Iorque, amanhã. Te espero lá na rodoviária. Às 11:00 a.m."
Seus pés, calçados com o par de All Star surrado e velho, balançavam fazendo movimentos repetitivos e rápidos. Pra frente, pra trás, e assim iam...
O ônibus chegou. Quem desceu não foi Lívia, e, sim, sua madrasta. Sra. Frantz. Sentou-se ao lado dele:
- Ela não pôde vir. Disse-a que falaria contigo. - Baixou os olhos e apoiou suas mãos nas suas pernas.
- Tudo bem. Mas, eu vou ter que ir... Com ou sem Liv. - Eddie, como gostava de ser chamado, não conseguiu esconder sua tristeza em deixar a menina naquela casa onde estava.
- Eu tenho uma coisa pra você - Sra. Frantz sorriu brevemente e abriu uma caixinha pequena. O garoto olhou pra dentro da caixa e viu um bolo de dinheiro. Olhou novamente pra ela com uma expressão confusa. - Sabe... Fui juntando - Riram - Um pouco aqui, um pouco lá e aqui está!
- Obrigado, Sra. Frantz - E, num impulso, jogou-se nos braços daquela senhora.
O ônibus dela chegou.
- Eddie, preciso ir - Ela soltou-o com cuidado. - Tenha juízo em Nova Iorque, menino. E quando escrever teu livro, me mande uma cópia - Ela disse, levantando do banco em que estavam.
- Mando sim. Diga a Liv que vou lhe mandar dinheiro para começar a faculdade.
Lívia se tornou uma grande amiga do menino com vida de homem, com histórias de vida semelhantes, apesar de ser um pouco mais velha que Eddie, ela já havia se envolvido com alguém (bem) mais velho. O cara que fez Eddie sofrer, tinha 33. O de Lívia, 41.
Anos depois, Eddie, ainda em Nova Iorque, lançou seu livro, e, como o prometido, mandou para a Sra Frantz.
Esperando respostas...
"Eu vou pegar um ônibus pra Nova Iorque, amanhã. Te espero lá na rodoviária. Às 11:00 a.m."
Seus pés, calçados com o par de All Star surrado e velho, balançavam fazendo movimentos repetitivos e rápidos. Pra frente, pra trás, e assim iam...
O ônibus chegou. Quem desceu não foi Lívia, e, sim, sua madrasta. Sra. Frantz. Sentou-se ao lado dele:
- Ela não pôde vir. Disse-a que falaria contigo. - Baixou os olhos e apoiou suas mãos nas suas pernas.
- Tudo bem. Mas, eu vou ter que ir... Com ou sem Liv. - Eddie, como gostava de ser chamado, não conseguiu esconder sua tristeza em deixar a menina naquela casa onde estava.
- Eu tenho uma coisa pra você - Sra. Frantz sorriu brevemente e abriu uma caixinha pequena. O garoto olhou pra dentro da caixa e viu um bolo de dinheiro. Olhou novamente pra ela com uma expressão confusa. - Sabe... Fui juntando - Riram - Um pouco aqui, um pouco lá e aqui está!
- Obrigado, Sra. Frantz - E, num impulso, jogou-se nos braços daquela senhora.
O ônibus dela chegou.
- Eddie, preciso ir - Ela soltou-o com cuidado. - Tenha juízo em Nova Iorque, menino. E quando escrever teu livro, me mande uma cópia - Ela disse, levantando do banco em que estavam.
- Mando sim. Diga a Liv que vou lhe mandar dinheiro para começar a faculdade.
Lívia se tornou uma grande amiga do menino com vida de homem, com histórias de vida semelhantes, apesar de ser um pouco mais velha que Eddie, ela já havia se envolvido com alguém (bem) mais velho. O cara que fez Eddie sofrer, tinha 33. O de Lívia, 41.
Anos depois, Eddie, ainda em Nova Iorque, lançou seu livro, e, como o prometido, mandou para a Sra Frantz.
Esperando respostas...
sábado, 18 de abril de 2009
#8 Isto é uma poesia?
Diluir-me,
esquecer-me
até que depois
da chuva,
do sol,
do temporal,
de tudo
não reste (mais) nada além
das verdades ditas.
esquecer-me
até que depois
da chuva,
do sol,
do temporal,
de tudo
não reste (mais) nada além
das verdades ditas.
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poesia?
sábado, 11 de abril de 2009
quinta-feira, 9 de abril de 2009
#6 Eles sentem
Ele não sabe. Mas, ele é melhor que cheiro de café pela casa.
Só de pensar nele, o corpo relaxa, a alma descansa.
Ele não sabe. Mas, com ele até leite sem Nescau fica bom. Com ele até acordar cedo se torna agradável.
Ela sabe. Ele é o amor da vida dela. Com uma simples palavras ele consegue arrancar o maior, mais sincero e mais bobo sorriso dela e sabe como deixá-la envergonhada e acaba fazendo o seu famoso gesto de vergonha.
Ela sabe. Ele toma conta de seus pensamentos. Ela pratica seus atos pensando nele. O que ele faria se fosse ela?
Ele não sabe. Mas, a vida dela gira em torno dele. Ela gosta da ideia dele ser dela. E ela, dele. Um Do outro. Os dois. E mais ninguém.
Somente eles precisam saber do que se passa, mas, ela tem vontade de gritar, gritar bem alto, pra todos ouvirem o quão sortuda ela é por tê-lo e ser dele.
Já não existe mais "ele" ou "ela". Agora são "eles". Juntos. E ninguém separa. E nada faz mudar.
Ele está no seu sorriso, na careta, no gesto, no andar, na fala. Ele está sempre acompanhando-a. É privilegiado pois está no melhor lugar. O coração dela. E de lá, não sairá.
Só de pensar nele, o corpo relaxa, a alma descansa.
Ele não sabe. Mas, com ele até leite sem Nescau fica bom. Com ele até acordar cedo se torna agradável.
Ela sabe. Ele é o amor da vida dela. Com uma simples palavras ele consegue arrancar o maior, mais sincero e mais bobo sorriso dela e sabe como deixá-la envergonhada e acaba fazendo o seu famoso gesto de vergonha.
Ela sabe. Ele toma conta de seus pensamentos. Ela pratica seus atos pensando nele. O que ele faria se fosse ela?
Ele não sabe. Mas, a vida dela gira em torno dele. Ela gosta da ideia dele ser dela. E ela, dele. Um Do outro. Os dois. E mais ninguém.
Somente eles precisam saber do que se passa, mas, ela tem vontade de gritar, gritar bem alto, pra todos ouvirem o quão sortuda ela é por tê-lo e ser dele.
Já não existe mais "ele" ou "ela". Agora são "eles". Juntos. E ninguém separa. E nada faz mudar.
Ele está no seu sorriso, na careta, no gesto, no andar, na fala. Ele está sempre acompanhando-a. É privilegiado pois está no melhor lugar. O coração dela. E de lá, não sairá.
MARCADORES
amor
quarta-feira, 1 de abril de 2009
#5 SuperMan Returns

Returns.
My SuperMan's Returns.
É, ele voltou pra mim. O meu Super Homem.
Sinto-o mais presente e preciso mais dele. Estou dependente da minha droga mais prazerosa. E a saudade aperta mais automaticamente. Seja por quanto tempo for que eu tenha falado com ele, há quantas horas ou minutos atrás. Meu Super Homem faz uma falta que só. Nem o guri daqui de dentro (que é só dele, do meu Super) sabe se expressar.
Se sinto falta, é porque gosto. E muito. É. Gostamos muito (muitíssimo) do meu Homem (sendo Super ou não). Eu e o meu coração (que somos só, só dele).
- 31/03 Alguns minutos antes das 16, acho.
MARCADORES
amor
sexta-feira, 27 de março de 2009
#4 1+1 = eu e meu pai
Deitada na grama com seu pai, olhando pro céu:
- Pai, sabe aquela música do Pink Floyd, Wish You Were Here?
- Aham.
- Eu consigo distinguir o céu do inferno.
- E eu, céus azuis da dor.
- Vamos formar uma bela dupla, pai.
- É...
- Ô, pai...
- Hum?
- Seremos almas perdias nadando num aquário?
- Só se quisermos.
- Eu não quero, pai.
- Então, escolhe outra música...
- Pode ser Revolution, The Beatles?
- Tu queres uma revolução, filha?
- Eu quero várias, pai.
- Tá bom... Mas, eu prefiro um submarino amarelo.
- Tipo um submarino amarelo revolucionário?
- É...
- Mas tem que ficar tudo bem, como em Revolution.
- Ficará...
Passaram mais umas (várias) horas falando em música e na bela dupla que formarão.
- Pai, sabe aquela música do Pink Floyd, Wish You Were Here?
- Aham.
- Eu consigo distinguir o céu do inferno.
- E eu, céus azuis da dor.
- Vamos formar uma bela dupla, pai.
- É...
- Ô, pai...
- Hum?
- Seremos almas perdias nadando num aquário?
- Só se quisermos.
- Eu não quero, pai.
- Então, escolhe outra música...
- Pode ser Revolution, The Beatles?
- Tu queres uma revolução, filha?
- Eu quero várias, pai.
- Tá bom... Mas, eu prefiro um submarino amarelo.
- Tipo um submarino amarelo revolucionário?
- É...
- Mas tem que ficar tudo bem, como em Revolution.
- Ficará...
Passaram mais umas (várias) horas falando em música e na bela dupla que formarão.
terça-feira, 24 de março de 2009
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