Um pequeno corte no dedo feito por uma folha de ofício dói e encomoda muito mais do que muitos cortes grandes, os quais nos rendem boas histórias para contar aos amigos naquelas horas em que todo mundo resolve conversar sobre as cicatrizes e ossos quebrados que já tiveram ao longo de suas vidas.
Incrível como pequenas coisas podem nos causar grandes dores de cabeça.
Às vezes damos importâncias a pequenas coisas que, se analisadas depois, nem mereciam tanta atenção assim.
Devemos nos preocuparmos menos com coisas insignificantes, mas, sem sermos indiferentes a tudo que nos acontece, ninguém é inatingível.
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sábado, 5 de março de 2011
sábado, 25 de setembro de 2010
#37 Uni Duni Tê?
Parece que algo não muito bom (às vezes, ruim mesmo) deve acontecer para a desejada inspiração dar as caras.
Se for sempre assim, nunca irei querer ter inspiração. Logo, sem muitas coisas negativas acontecendo em minha vida. Ou vou querer viver na tristeza e ser inspirada sempre.
E deixaram essa decisão comigo. Logo eu, poxa!
Se for sempre assim, nunca irei querer ter inspiração. Logo, sem muitas coisas negativas acontecendo em minha vida. Ou vou querer viver na tristeza e ser inspirada sempre.
E deixaram essa decisão comigo. Logo eu, poxa!
MARCADORES
ego
segunda-feira, 5 de abril de 2010
#31 Espelho, espelho meu
"O que dirá o meu espelho quando me vir tão cheio de opiniões?"Cara de Vilão, do Cartolas. Essa era a música que eu estava ouvindo quando pensei em escrever isso aqui. É, como vocês já podem prever, é sobre o nosso bom e velho amigo e confidente espelho.
Vai dizer que tu nunca te pegou cantando ou dançando na frente do espelho? Ou até mesmo conversando com o teu reflexo? É, eu sei queisso já aconteceu. E até mais de uma vez, confesse.
Eu mesma já me dei conta de que estava imitando o Liam Gallagher (sim, o ex-vocalista do Oasis) e o jeito que ele se posiciona em frente ao microfone enquanto canta*. Eu até fiquei constragida comigo mesmo me vendo no relfexo do espelho, enquanto cantava, porém, depois, eu fiquei me auto-avaliando pra ver se eu faria direitinho os movimentos.
Enfim, o espelho é um amigo e tanto em várias horas, não é? Tem aquelas pessoas que tiram fotos em frente a ele, outras que se olham pra ver se o penteado não foi desmanchado, se a maquiagem não borrou, para espremer as espinhas, entre outras coisas.
Tem gente que quando está triste, chora em frente ao espelho e dá conselhos a si mesmo.
Eu parei e me perguntei: Será que o espelho é o reflexo fiel de como somos ou vemos nele o que gostariamos que fôssemos?
*
PS: Foto por: Felipe Neves
MARCADORES
ego
sábado, 7 de novembro de 2009
quarta-feira, 21 de outubro de 2009
domingo, 20 de setembro de 2009
#21 Ah, eu sou gaúcha!
O hino cantado com mais orgulho, felicidade e lealdade é o nosso:
Me desculpem, pessoas de fora do Rio Grande, mas, hoje é o dia do nosso PAÍS.
Parabéns, meu Rio Grande do Sul, tu é o melhor de todos.
Me desculpem, pessoas de fora do Rio Grande, mas, hoje é o dia do nosso PAÍS.
Parabéns, meu Rio Grande do Sul, tu é o melhor de todos.
"A minha terra tem o céu azul."
terça-feira, 25 de agosto de 2009
#19 (A)mar
As ondas quebravam em meus pés e eu gostava dessa sensação.
Parada, olhando até onde eu consegui enxergar. O oceano sem fim.
O ar que eu aspirava, me purificava e a maresia grudava em meus cabelos. Saudades de sentir isso.
Eu permaneci ali por horas vendo, ouvindo, sentindo o mar e suas palavras, cada onda com uma opinião, cada onda com um objetivo, cada onda com uma intensidade diferente. Entretanto, uma delas, a que ia contra todas as outras, em um sentido diferente, me chamou atenção. Me perguntei se isso era algum tipo de metáfora... Tentei encaixar isso em minha vida. Consegui.
Todas elas, trabalhando juntas, mas, aquela onda insistia em ir contra todas. Acabou sendo forçada a quebrar-se na beira da praia.
Continuei ali. Estava escuro já.
Não me importei. Eu deveria?
Somos ondas, o que acham disso?
Começamos devagares, calmos e depois tomamos formas diferentes das pessoas a nossa volta. Alguns se destacam mais e chamam mais atenção do que outras e todos quebramos, porém, em pontos diferentes da praia.
O mar é quente a noite, sabiam?
Recebi um abraço do mar.
Ele disse:
- Foi bom conversar, a maresia pede desculpas a seu cabelo.
Parada, olhando até onde eu consegui enxergar. O oceano sem fim.
O ar que eu aspirava, me purificava e a maresia grudava em meus cabelos. Saudades de sentir isso.
Eu permaneci ali por horas vendo, ouvindo, sentindo o mar e suas palavras, cada onda com uma opinião, cada onda com um objetivo, cada onda com uma intensidade diferente. Entretanto, uma delas, a que ia contra todas as outras, em um sentido diferente, me chamou atenção. Me perguntei se isso era algum tipo de metáfora... Tentei encaixar isso em minha vida. Consegui.
Todas elas, trabalhando juntas, mas, aquela onda insistia em ir contra todas. Acabou sendo forçada a quebrar-se na beira da praia.
Continuei ali. Estava escuro já.
Não me importei. Eu deveria?
Somos ondas, o que acham disso?
Começamos devagares, calmos e depois tomamos formas diferentes das pessoas a nossa volta. Alguns se destacam mais e chamam mais atenção do que outras e todos quebramos, porém, em pontos diferentes da praia.
O mar é quente a noite, sabiam?
Recebi um abraço do mar.
Ele disse:
- Foi bom conversar, a maresia pede desculpas a seu cabelo.
Sem problemas.
MARCADORES
ego
quinta-feira, 11 de junho de 2009
#17 1, 2, 3 e por favor
Por favor, não fale o que não sente. Por favor, não minta para mim. Por favor, não abuse de minha ingenuidade. Por favor, eu imploro. Por favor, sem mentiras. Por favor, não pense só em você. Por favor, me machuque se isso for melhor. Mas, por favor, sem mais ilusões. Por favor, explique-se.
Seja um bom garoto, eu só lhe peço isso. Seja um bom garoto e não me iluda. Seja um bom garoto e não conte mentiras. Seja um bom garoto, por favor. Por mais que doa, por favor.
1, 2, 3 e sem mais ilusões.
1, 2, 3 e sem mentiras novamente.
1, 2, 3 e me faça sofrer para esquecer. Eu tenho bons amigos... Quando eu sofrer, eles estarão lá. Então 1,2, 3 e me faça sofrer.
1, 2, 3 e me faça esquecer.
1, 2, 3 e me dê um choque de realidade.
"Garçom, um choque de realidade, por favor".
Seja um bom garoto, eu só lhe peço isso. Seja um bom garoto e não me iluda. Seja um bom garoto e não conte mentiras. Seja um bom garoto, por favor. Por mais que doa, por favor.
1, 2, 3 e sem mais ilusões.
1, 2, 3 e sem mentiras novamente.
1, 2, 3 e me faça sofrer para esquecer. Eu tenho bons amigos... Quando eu sofrer, eles estarão lá. Então 1,2, 3 e me faça sofrer.
1, 2, 3 e me faça esquecer.
1, 2, 3 e me dê um choque de realidade.
"Garçom, um choque de realidade, por favor".
sexta-feira, 29 de maio de 2009
#14 Nos embalos de sexta-feira á noite
Fui ver meus amigos sem hora pra voltar. OK, eu tinha hora pra voltar, mas é só o que a música diz e tal.
Voltei cedo porque meu pai diz que eu sou muito nova para tudo isso. Ele acha que minha idade assim, de vida, é a mesma que a minha idade mental, mas, enfim, isso é assunto para outro texto.
Vi meus amigos.
A saudade é uma coisa muito chata... Eu odeio ter que morar longe deles. Mas, tá, esse texto não é pra ter um ar muito melancólico porque hoje é SEXTA-FEIRA!!!!!!!!!!! Não há melhor motivo que esta. Não venha me questionar.
Eu ri muito. A Julia bateu num balão (sim, dentro da pizzaria) que a acabou batendo num copo e quebrando-o. Fui-me abaixar pra tentar rir mais baixo (minha risada não é algo que se possa chamar de "discreta"), e acabei batendo a cabeça na mesa. Mais risos. Rir da própria desgraça é uma arte, digamos. Uma pessoa que tenta rir discretamente, se abaixa e bate a cabeça na quina da mesa, é vergonhoso. Se eu fosse quem estava me acompanhando, fingiria não conhecer... Ou que a pessoa estava tendo um ataque ou coisa do tipo.
Mas, sabem... doeu. Estou colocando gelo na minha cabeça pra não criar um galo...
Hoje todo mundo resolveu sair pra comer pizza.
Morar na cidade que é "a capital da gincana" não é fácil... Normalmente, tu vai no Kipper e só tem umas 20 pessoas. Mas, quando tem gincana, o Kipper lota e as pizzas demoram a eternidade pra vir. Por isso é bom tu chegar cedo como nós fizemos. Tudo bem que nós chegamos mais cedo mas só pedimos as pizzas perto das 20:30, demoraram anos pra trazê-las e quando fomos acender as velinhas de aniversário pra Bibs (é, era uma "festinha" surpresa), tive que colocar três velas sujas de chocolate dentro de uma sacola.
Depois da pizza, resolvemos usar os balões. Como eu tenho trauma (uma vez minha mãe estava enchendo um daqueles mini-balões em formato de coração, e o mesmo estourou no olho dela), eu só enchia alguns pequenos e amarrava, o Volny desenhou uma guriazinha com um lacinho de fita na cabeça e eu coloquei-a junto da minha câmera. Ficamos rindo e jogando balões até que a Julia quebrou o copo, escondemos o copo em baixo da mesa e pagamos a conta, fomos pra fora.
Ficamos dando bandas e passei com a Julia por uns caras:
- Oi, gurias, ui - disse o Tosco Número 1.
Silêncio da nossa parte. Acho que eles não gostaram do meu comportamento cabulado (OK, eu estava com medo mesmo).
- MAS TU, HEIN, Ô, QUE CABELO BEM FEIO, VAI CORTAR ISSO AÍ! - Tosco Número 1 se irritou comigo.
Eu fiz um draminha báásico quando encontramos o resto da galere. Normal. Eles me confortaram, ê. Mas, o Tosco Número 1, eu não esqueço. O cabelo dele era muito mais feio que o meu. É.
Cada casal foi pro seu lado (menos o Du e a Manu, porque ela tinha acabado de ir embora e a Fran e o Volny que ficaram lá falando com a gente. Ficamos tentando descobrir se havia ônibus pra eles irem embora e se a Julia iria na Arena.
Pronto, 23:15, meu pai chegou. É, eu tenho hora pra ir embora. Desculpa se eu não sou maior de idade, aí.
Um beijinho em cada (menos na Fabi e no Cotô porque eles estavam para algum lugar).
Um só porque eu não acredito no negócio do "três-pra-casar".
29/05/2009
[Postarei as fotos dessa noite quando eu tiver com vontade de passá-las pro meu PC]
Voltei cedo porque meu pai diz que eu sou muito nova para tudo isso. Ele acha que minha idade assim, de vida, é a mesma que a minha idade mental, mas, enfim, isso é assunto para outro texto.
Vi meus amigos.
A saudade é uma coisa muito chata... Eu odeio ter que morar longe deles. Mas, tá, esse texto não é pra ter um ar muito melancólico porque hoje é SEXTA-FEIRA!!!!!!!!!!! Não há melhor motivo que esta. Não venha me questionar.
Eu ri muito. A Julia bateu num balão (sim, dentro da pizzaria) que a acabou batendo num copo e quebrando-o. Fui-me abaixar pra tentar rir mais baixo (minha risada não é algo que se possa chamar de "discreta"), e acabei batendo a cabeça na mesa. Mais risos. Rir da própria desgraça é uma arte, digamos. Uma pessoa que tenta rir discretamente, se abaixa e bate a cabeça na quina da mesa, é vergonhoso. Se eu fosse quem estava me acompanhando, fingiria não conhecer... Ou que a pessoa estava tendo um ataque ou coisa do tipo.
Mas, sabem... doeu. Estou colocando gelo na minha cabeça pra não criar um galo...
Hoje todo mundo resolveu sair pra comer pizza.
Morar na cidade que é "a capital da gincana" não é fácil... Normalmente, tu vai no Kipper e só tem umas 20 pessoas. Mas, quando tem gincana, o Kipper lota e as pizzas demoram a eternidade pra vir. Por isso é bom tu chegar cedo como nós fizemos. Tudo bem que nós chegamos mais cedo mas só pedimos as pizzas perto das 20:30, demoraram anos pra trazê-las e quando fomos acender as velinhas de aniversário pra Bibs (é, era uma "festinha" surpresa), tive que colocar três velas sujas de chocolate dentro de uma sacola.
Depois da pizza, resolvemos usar os balões. Como eu tenho trauma (uma vez minha mãe estava enchendo um daqueles mini-balões em formato de coração, e o mesmo estourou no olho dela), eu só enchia alguns pequenos e amarrava, o Volny desenhou uma guriazinha com um lacinho de fita na cabeça e eu coloquei-a junto da minha câmera. Ficamos rindo e jogando balões até que a Julia quebrou o copo, escondemos o copo em baixo da mesa e pagamos a conta, fomos pra fora.
Ficamos dando bandas e passei com a Julia por uns caras:
- Oi, gurias, ui - disse o Tosco Número 1.
Silêncio da nossa parte. Acho que eles não gostaram do meu comportamento cabulado (OK, eu estava com medo mesmo).
- MAS TU, HEIN, Ô, QUE CABELO BEM FEIO, VAI CORTAR ISSO AÍ! - Tosco Número 1 se irritou comigo.
Eu fiz um draminha báásico quando encontramos o resto da galere. Normal. Eles me confortaram, ê. Mas, o Tosco Número 1, eu não esqueço. O cabelo dele era muito mais feio que o meu. É.
Cada casal foi pro seu lado (menos o Du e a Manu, porque ela tinha acabado de ir embora e a Fran e o Volny que ficaram lá falando com a gente. Ficamos tentando descobrir se havia ônibus pra eles irem embora e se a Julia iria na Arena.
Pronto, 23:15, meu pai chegou. É, eu tenho hora pra ir embora. Desculpa se eu não sou maior de idade, aí.
Um beijinho em cada (menos na Fabi e no Cotô porque eles estavam para algum lugar).
Um só porque eu não acredito no negócio do "três-pra-casar".
29/05/2009
[Postarei as fotos dessa noite quando eu tiver com vontade de passá-las pro meu PC]
sábado, 9 de maio de 2009
#12 Memórias dos tempos de nenis
Quarta-feira, assisti ao famoooso filme "Marley e Eu" (recomendo, mesmo, só que não assista-o dublado, porque a dublagem é uma m***inha) e tentei lembrar dos animais que tiveram a sorte (ou nem tanto) de me terem como sua dona.
Eu tive poucos animais de estimação. Quer dizer, eu acho que foram poucos.
Lembro de uma lesma. Tal lesma que eu consegui perder no jardim. Só não me pergunta como, porque eu sequer lembro do nome da gosmenta. Não sei também a idade que eu tinha, quando era dona da lesma.
Também já tive (OK, era dos meus avós) uma cadela que eu sempre visitava, aos domingos, na fazenda deles, a Xuxa (ignorem o nome da coitada).
Gente, só uma coisa: Alguém aqui NÃO teve um bicho de estimação chamado "Xuxa"? Óbvio que teve. Pelo menos, no meu caso, meus dois avós tiveram cadelinhas chamadas "Xuxa". Será que só eu sofro dessa maldição? É. Maldição sim, pois, não me diga que ter uma cadela chamada Xuxa não é maldição. E o que tu me diz do "Ilarilariê, ô ô ô" ser aquela música de adoração ao satan, hein, hein, heeeeeeeeeeein?
É, então, voltando à vaca fria (ou cadela, como quiser): A Xuxa (a minha cadela) morreu após nove anos de vida, o que na idade dos cachorros, segundo o Google, equivalem a 52 anos humanos. Uau!
E houve um cachorro chamado Bilu Tetéia (SERGINHO MALLAAAANDRO!!!!!!!!!!!). Não sei o porquê desse nome ter sido dado à criatura. O cachorro me odiava e era muito pequeno. Se eu encostasse nele, ele me mordia, então, não tive muito contato com ele.
Depois tive um peixe que dei o nome de Beta por que estava escrito no pacotinho de ração dele e eu pensei que tinha de chamar ele assim, porque cada peixe tinha um respectivo pacotinho de ração, com seu nome (burrice reina na minha infância, desculpe). Ele teve um fim trágico: privada. Eu estava limpando seu aquário e deixei o peixinho cair dentro da privada, não vi e puxei a descarga. Lá se foi mais um bicho de estimação da Claudine.
"Mãe, eu quero um cachorrinho" - Eu falei durante 7 meses todos os dias até que minha mãe comprou uma cadelinha pincher pra mim. Nunca vi coisa mais pequena na minha vida. E gordinha. Passaram-se sete meses e a cadela teve sua cabeça esmagada pelo portão eletrônico da minha casa. Minha mãe que acionou o mesmo e não viu a Luka (não, não era a do "Tô nem aí, tô nem aí", era a cadelinha mesmo). Resultado: O animal teve a cabeça esmagada. Lááááástima!!!!! Eu chorei Fozes do Iguaçu.
Depois de meses de culpa sendo carregados pela minha mãe, ela me deu mais uma pincher (essa não morreu, vive comigo até hoje, Kekka e seus 36 aninhos caninos). Aliás, o nome foi a minha irmã que deu. E não sei se não é culpa da bruxa Keka.
Agora, a minha irmã quer um peixe. Por mim, OK. Só não vou limpar o aquário. Ainda estou traumatizada.
E eu... Quero uma tartaruga.
Pra combinar com a minha velocidade de raciocínio, na maioria das vezes.
Veeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeery slowlyyyyyy.
Eu tive poucos animais de estimação. Quer dizer, eu acho que foram poucos.
Lembro de uma lesma. Tal lesma que eu consegui perder no jardim. Só não me pergunta como, porque eu sequer lembro do nome da gosmenta. Não sei também a idade que eu tinha, quando era dona da lesma.
Também já tive (OK, era dos meus avós) uma cadela que eu sempre visitava, aos domingos, na fazenda deles, a Xuxa (ignorem o nome da coitada).
Gente, só uma coisa: Alguém aqui NÃO teve um bicho de estimação chamado "Xuxa"? Óbvio que teve. Pelo menos, no meu caso, meus dois avós tiveram cadelinhas chamadas "Xuxa". Será que só eu sofro dessa maldição? É. Maldição sim, pois, não me diga que ter uma cadela chamada Xuxa não é maldição. E o que tu me diz do "Ilarilariê, ô ô ô" ser aquela música de adoração ao satan, hein, hein, heeeeeeeeeeein?
É, então, voltando à vaca fria (ou cadela, como quiser): A Xuxa (a minha cadela) morreu após nove anos de vida, o que na idade dos cachorros, segundo o Google, equivalem a 52 anos humanos. Uau!
E houve um cachorro chamado Bilu Tetéia (SERGINHO MALLAAAANDRO!!!!!!!!!!!). Não sei o porquê desse nome ter sido dado à criatura. O cachorro me odiava e era muito pequeno. Se eu encostasse nele, ele me mordia, então, não tive muito contato com ele.
Depois tive um peixe que dei o nome de Beta por que estava escrito no pacotinho de ração dele e eu pensei que tinha de chamar ele assim, porque cada peixe tinha um respectivo pacotinho de ração, com seu nome (burrice reina na minha infância, desculpe). Ele teve um fim trágico: privada. Eu estava limpando seu aquário e deixei o peixinho cair dentro da privada, não vi e puxei a descarga. Lá se foi mais um bicho de estimação da Claudine.
"Mãe, eu quero um cachorrinho" - Eu falei durante 7 meses todos os dias até que minha mãe comprou uma cadelinha pincher pra mim. Nunca vi coisa mais pequena na minha vida. E gordinha. Passaram-se sete meses e a cadela teve sua cabeça esmagada pelo portão eletrônico da minha casa. Minha mãe que acionou o mesmo e não viu a Luka (não, não era a do "Tô nem aí, tô nem aí", era a cadelinha mesmo). Resultado: O animal teve a cabeça esmagada. Lááááástima!!!!! Eu chorei Fozes do Iguaçu.
Depois de meses de culpa sendo carregados pela minha mãe, ela me deu mais uma pincher (essa não morreu, vive comigo até hoje, Kekka e seus 36 aninhos caninos). Aliás, o nome foi a minha irmã que deu. E não sei se não é culpa da bruxa Keka.
Agora, a minha irmã quer um peixe. Por mim, OK. Só não vou limpar o aquário. Ainda estou traumatizada.
E eu... Quero uma tartaruga.
Pra combinar com a minha velocidade de raciocínio, na maioria das vezes.
Veeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeery slowlyyyyyy.
sábado, 2 de maio de 2009
#10 Can you imagine?
Deslizei o corpo pra baixo até estar com minha cabeça deitada em meu travesseiro novamente.
Respirei fundo, fechei os olhos e tentei pensar em como seria minha vida sem tê-lo pra mim.
...Logo eu, que sempre aceito compartilhar quase tudo. Opa! QUASE tudo. "Isso é uma exceção", penso. Oe! Não consegui.
Inimaginável.
sexta-feira, 27 de março de 2009
#4 1+1 = eu e meu pai
Deitada na grama com seu pai, olhando pro céu:
- Pai, sabe aquela música do Pink Floyd, Wish You Were Here?
- Aham.
- Eu consigo distinguir o céu do inferno.
- E eu, céus azuis da dor.
- Vamos formar uma bela dupla, pai.
- É...
- Ô, pai...
- Hum?
- Seremos almas perdias nadando num aquário?
- Só se quisermos.
- Eu não quero, pai.
- Então, escolhe outra música...
- Pode ser Revolution, The Beatles?
- Tu queres uma revolução, filha?
- Eu quero várias, pai.
- Tá bom... Mas, eu prefiro um submarino amarelo.
- Tipo um submarino amarelo revolucionário?
- É...
- Mas tem que ficar tudo bem, como em Revolution.
- Ficará...
Passaram mais umas (várias) horas falando em música e na bela dupla que formarão.
- Pai, sabe aquela música do Pink Floyd, Wish You Were Here?
- Aham.
- Eu consigo distinguir o céu do inferno.
- E eu, céus azuis da dor.
- Vamos formar uma bela dupla, pai.
- É...
- Ô, pai...
- Hum?
- Seremos almas perdias nadando num aquário?
- Só se quisermos.
- Eu não quero, pai.
- Então, escolhe outra música...
- Pode ser Revolution, The Beatles?
- Tu queres uma revolução, filha?
- Eu quero várias, pai.
- Tá bom... Mas, eu prefiro um submarino amarelo.
- Tipo um submarino amarelo revolucionário?
- É...
- Mas tem que ficar tudo bem, como em Revolution.
- Ficará...
Passaram mais umas (várias) horas falando em música e na bela dupla que formarão.
terça-feira, 24 de março de 2009
segunda-feira, 23 de março de 2009
#1 Momento Egoísta
Gosto de cheiro de gasolina (quando meu pai vai abastecer o carro e eu tô junto, abro a janela e fico respirando feito uma louca), de picolé de limão, de granola, de pão de centeio, de queijo, água, suco de maracujá. Tenho mania de estralar os dedos e o pescoço. Tô sempre mordendo meus lábios. Adoro desenho animado, seriados e filmes. Odeio novela. Amo música e roupas maiores que o tamanho que eu uso. Eu odeio verão. Amo outono e inverno. Adoro internet. Odeio orkut. Prefiro MSN. Tenho mania de roer unhas, apesar da minha mãe sempre me mandar parar. Adoro a cobertura do bolo de chocolate que a minha mãe faz. Gosto de sair com meus amigos pra ficar fazendo nada. Eu adoro ouvir histórias que aconteceram com alguém e também gosto de contar o que já aconteceu comigo. Odeio a cidade que eu moro, mas, amo muito o estado. Sou muito chata quando falamos de futebol e música. Defendo a minha idéia até entrarmos em um consenso ou me convencerem que eu to errada. Aceito idéias diferentes das minhas. Adoro conhecer pessoas e aprender coisas novas. Amo fotografia, língua alemã, inglês e quero aprender o maior número de línguas estrangeiras possível. Não gosto muito de matemática. Adoro redação e recursos humanos. Adoro cantar (faço aula de canto desde os 4/5 anos). Já fiz aula de muitos instrumentos, mas, não aprendi muita coisa. Tenho vários problemas respiratórios (sinusite, bronquite, rinite...) e a maior parte do inverno, eu passo doente. Mas, nada que me faça deixar de amar a estação. Eu gosto de usar muito as palavras em diminutivo, então, acostumem-se. Adoro sair pra fotografar coisas, principalmente shows, mas, na minha cidade não têm muitos.
Sonho demais. Mas, sempre tento manter os pés no chão (apesar de que isso seja bem difícil). Quero conhecer o maior número de países do mundo. Quero várias coisas. E vou lutar por elas até o fim.
Eu amo meus amigos. Considero-os muito, muito. Eu sou viciada em Toddynho e em leite com Nescau (não, não é a mesma coisa).
Eu gosto de escrever textos, mas, quase nunca os publico, agora, acho que vou começar a fazer isso. Na maioria das vezes, eles não têm sentido pra ninguém, aí, ficam com má impressão sobre eu e meus textos, mas, isso não me interessa. Escrevo pra mim e pra mais ninguém.
To gripada. Não consigo nem pensar direito.
Até mais.
MARCADORES
ego
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