quarta-feira, 21 de outubro de 2009

#22 Final de semana que me rendeu fotos [4]






Modelos: Fátima, Rafael, Princesa e Príncipe.

domingo, 20 de setembro de 2009

#21 Ah, eu sou gaúcha!

O hino cantado com mais orgulho, felicidade e lealdade é o nosso:






Me desculpem, pessoas de fora do Rio Grande, mas, hoje é o dia do nosso PAÍS.

Parabéns, meu Rio Grande do Sul, tu é o melhor de todos.
"A minha terra tem o céu azul."

terça-feira, 8 de setembro de 2009

#20 Mais uma xícara de café gelado, por favor

Estava na sexta xícara de café e na incontável tentativa de entender o que se passava ali e passar o mesmo ao papel. Tudo em vão.
Perdendo horas de concentração em algo que não merece tanto. Deixa estar. Deixa ser.
Ela é teimosa, todos sabem.
E, se depender dela, irá entender tudo aquilo. Deixa insistir.
Demora o que demorar. Deixa tentar. Deixa ficar.

terça-feira, 25 de agosto de 2009

#19 (A)mar

As ondas quebravam em meus pés e eu gostava dessa sensação.
Parada, olhando até onde eu consegui enxergar. O oceano sem fim.
O ar que eu aspirava, me purificava e a maresia grudava em meus cabelos. Saudades de sentir isso.
Eu permaneci ali por horas vendo, ouvindo, sentindo o mar e suas palavras, cada onda com uma opinião, cada onda com um objetivo, cada onda com uma intensidade diferente. Entretanto, uma delas, a que ia contra todas as outras, em um sentido diferente, me chamou atenção. Me perguntei se isso era algum tipo de metáfora... Tentei encaixar isso em minha vida. Consegui.
Todas elas, trabalhando juntas, mas, aquela onda insistia em ir contra todas. Acabou sendo forçada a quebrar-se na beira da praia.
Continuei ali. Estava escuro já.
Não me importei. Eu deveria?

Somos ondas, o que acham disso?
Começamos devagares, calmos e depois tomamos formas diferentes das pessoas a nossa volta. Alguns se destacam mais e chamam mais atenção do que outras e todos quebramos, porém, em pontos diferentes da praia.
O mar é quente a noite, sabiam?
Recebi um abraço do mar.
Ele disse:
- Foi bom conversar, a maresia pede desculpas a seu cabelo.
Sem problemas.

quinta-feira, 25 de junho de 2009

#18 Michael Jackson is dead... or not

Sei lá se foi confirmado pelos médicos ou não, mas, o Rei do Pop morreu. Aham. Ele mesmo.
Nem meu pai acreditou, e, minha mãe soltou um "Nem o Michael Jackson dura pra sempre".
Pra deixar este dia menos triste (pelo menos para os fãs, aos quais peço desculpas, se, por acaso, sentirem-se ofendidos com as coisas que postarei), vou postar umas coisinhas engraçadas que achei por aí (Google, melhor dizendo).




E para recordar os tempos de nenis...

quinta-feira, 11 de junho de 2009

#17 1, 2, 3 e por favor

Por favor, não fale o que não sente. Por favor, não minta para mim. Por favor, não abuse de minha ingenuidade. Por favor, eu imploro. Por favor, sem mentiras. Por favor, não pense só em você. Por favor, me machuque se isso for melhor. Mas, por favor, sem mais ilusões. Por favor, explique-se.
Seja um bom garoto, eu só lhe peço isso. Seja um bom garoto e não me iluda. Seja um bom garoto e não conte mentiras. Seja um bom garoto, por favor. Por mais que doa, por favor.
1, 2, 3 e sem mais ilusões.
1, 2, 3 e sem mentiras novamente.
1, 2, 3 e me faça sofrer para esquecer. Eu tenho bons amigos... Quando eu sofrer, eles estarão lá. Então 1,2, 3 e me faça sofrer.
1, 2, 3 e me faça esquecer.
1, 2, 3 e me dê um choque de realidade.

"Garçom, um choque de realidade, por favor".

sexta-feira, 5 de junho de 2009

#16 Idealizando

Ao vivo é, quase sempre, melhor.
Conosco, não seria muito diferente.
Ver, sentir, ouvir (por mais que eu já ouça/tenha ouvido), abraçar... Seria tudo ao vivo, tudo acontecendo na minha frente, eu fazendo tudo acontecer. Comigo... E ele. Você.
Eu não poderia querer algo melhor do que aquele momento que eu tanto idealizava. Nada melhor do que poder ouvir o "ai ai" depois de tuas risadas e me chamando de mimada e resmungona... Ouvir e sentir tua respiração, sentir o toque das mãos que (idealizando de novo) são leves, grandes (maiores que as minhas, não é muito difícil) e delicadas. O sorriso bobo e a cara de bravo que fazes quando não gosta de algo, o cabelo macio e meio desajeitado que sempre que eu arrumar, tu vais bagunçar de novo só pra eu fazer um bico infantil, resmungar e morder tuas bochechas, como uma criança que acaba de ter seu castelinho de areia desmontado por um gurizinho que passava pela praia.
A voz abafada e calma, o assobio enquanto ouves músicas e quando cantas, meu coração quase pára.
Depois de segundos, noto que esqueci de respirar. Retomo o fôlego.
Se fosse para morrer ali, assim, eu iria querer morrer todos os dias.
 

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